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Aproveitando o friozinho que vem chegando com o dia dos namorados, vinhos e chocolates por Guilherme Corrêa!

'Chocolate e vinho, é possível?

Em todas as listas de “ingredientes ardilosos” para harmonizar com vinhos, os chocolates sempre aparecem. Isto sempre me chamou a atenção, porque acho que os diversos tipos de chocolate não somente casam bem com certos tipos de vinhos, como se exaltam e geram sensações de intenso e persistente prazer. Certamente, os vinhos fortificados são os melhores aliados para fazer frente à potência aromática dos chocolates, construída no processo de fermentação, secagem e torrefação das sementes do cacau. Porto, Madeira, Marsala e Jerez, além dos vin doux naturels tintos da França, como o Banyuls e o Maury, são apostas seguras para o chocolate meio-amargo ou ao leite, puros ou em tortas e doces. Me parece que a untosidade do chocolate que reveste o nosso palato é plenamente “lavada” pelo álcool destes vinhos calorosos. Falando dos vinhos do Porto, os mais frutados da família Ruby caem melhor com os chocolates mais amargos, ou preparações que levam frutas como a cereja e a amora. Quem quiser testar uma verdadeira Schwarzwälder Kirschtorte, ou torta Floresta Negra, com um Porto Heritage Ruby da Warre’s não se arrependerá! Chocolates mais brandos, temperados pelo leite, ou receitas que levam castanhas, nozes, avelãs, e café, ficam maravilhosos com os Portos mais suaves e sabendo a especiarias e nozes da família Tawny. Uma simples barra de chocolate com avelãs escoltada por um Porto Otima 10 Anos da centenária casa Warre’s é uma coisa séria, e abre um novo mundo de sabores e texturas complementares antes não explorado! Outro vinho sensacional no confronto com o chocolate é o Jerez Pedro Ximénez, como o da soberba vinícola El Maestro Sierra, um néctar viscoso que propicia um casamento celestial com chocolate e amêndoas glaçadas (marron glacê), ou uma torta de ameixas com chocolate.


Hoje, na Europa, os gastrônomos e maníacos por chocolate em geral cada vez mais se interessam por barras com alta concentração de cacau e baixa porcentagem de açúcar. É uma tendência também a elaboração destes chocolates com mais de 70% da fruta tropical oriunda de diferentes regiões mundo afora, cada qual com sua identidade própria (Brasil, Indonésia, países da África, Caribe, etc.). Neste caso, até um vinho tinto seco com perfil bem frutado, de médio corpo, com taninos moderados e aveludados, e acidez presente mas não dominante, pode fazer bonito. Estranho, não? Mas quem topar o desafio, deixe derreter um chocolate ultra-puro na boca e coloque por cima um bom gole de Pinot Noir do Novo Mundo, como um Pinot Noir Reserva 2008 do premiado produtor argentino Luigi Bosca. Prazer na certa!

Abraço,
Guilherme Corrêa'

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O grande espetáculo de vinhos da Decanter, o Decanter Wine Show, está de volta!

 Desta vez, reunindo 70 produtores e cerca de 450 vinhos, que serão apresentados entre os dias 2 e 6 de agosto, em quatro capitais brasileiras: Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte e Florianópolis. Uma feira itinerante e única, programada para ampliar o sucesso das consagradas edições de 2006 e 2008.


“Cerca de 60% de nossos produtores estarão presentes no Decanter Wine Show 2010. Eles conversarão com público e colocarão em degustação seus vinhos clássicos e os vinhos tops que trazemos com exclusividade para o Brasil”, informa Adolar Hermann, proprietário da Decanter.

Nomes de peso estarão na feira. Pio Boffa (Pio Cesare), Guido Serio (San Fabiano Calcinaia), Alain Brumont (Domaine Alain Brumont), François Labet (Domaine Pierre Labet), Anselmo Mendes, Domingos Alves de Sousa, Alberto Arizu (Luigi Bosca) e Thierry Villard são algumas presenças já tradicionais e confirmadas no DWS 2010. E este ano há novidades, fruto dos novos produtores que passaram a fazer parte da seleção de qualidade Decanter.

Integrarão a caravana de produtores do Decanter Wine Show 2010 representantes das vinícolas alemãs Grans-Fassian, Franz Künstler e Hermann Dönnhoff; das italianas Rocca delle Macìe e Villa Raiano; das francesas Lagrézette, Delord, Cassis Briottet e Champagne Barnaut; das portuguesas Conde de Vimioso, Dona Maria e Warre’s; da espanhola Peique; da australiana Schild State; da húngara Pendits; da argentina Riglos, e das chilenas Caliterra e El Principal.

Também estarão presentes representantes da Viña Alicia, Callia e Colomé argentinas; De Martino e Terranoble chilenas; Kriter e Duc de Valmer francesas; Caprili e Cesani, entre as italianas; Altas Quintas, Dorina Lindemann e Quinta dos Roques portuguesas; Abadal, Gil Luna e Raventós i Blanc, entre as espanholas, e Raka, da África do Sul. E outros produtores de renome internacional.

Quer obter maiores informações?
Acesse:
http://www.decanterwineshow.com.br/
E garanta já seu ingresso através do site:
http://www.decanter.com.br/

Não perca!

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A Decanter teve, mais uma vez, um vinho classificado entre os Top Ten da Expovinis. O premiado, agora, foi o espumante Ferrari Perlè 2002, escolhido como o melhor Espumante Importado da Expovinis 2010.

A vitória tem respaldo: o Ferrari Perlè 2002 é um espumante maduro, elaborado 100% com a casta Chardonnay. Ele passa mais de quatro anos em contato com as lias finas, antes do dégorgement. O resultado é um espumante envolvente, elegante, mineral, cremoso e muito gastronômico, que também foi premiado com os “tre bicchieri” na edição de 2008 do respeitado guia italiano Gambero Rosso.

Ferrari é um grande nome, na Itália, não só na Formula 1, mas também quando o assunto são espumantes. A vinícola tem um século de tradição na produção da bebida pelo método clássico. A casa foi fundada por Giullio Ferrari, em 1902. Apaixonado pela região do Trento, esse italiano acreditou que sua terra natal seria capaz de produzir uvas que, por sua vez, gerariam espumantes grandiosos. Ele não estava enganado. Ferrari virou sinônimo de elegância e bom gosto. Não só na Itália, mas em todo o mundo. E, desde 1952, a casa é conduzida com grande profissionalismo pela família Lunelli.


A Decanter importa sete rótulos Ferrari para o Brasil. A começar pela clássica Ferrari Maximum Brut, nas versões 375 ml, 750 ml e 1.500 ml. Um brut sans année, que matura por três anos sobre as lias, na garrafa. A linha inclui a Ferrari Demi Séc, a Ferrari Rosé e a festejada Giulio Ferrari Riserva del Fondatore, agora na safra 1999.


A Giulio Ferrari honra o nome do fundador. Ela amadurece por 10 anos sobre as lias, antes do dégorgement. Nenhum outro vinho, quer seja ele espumante, branco ou tinto, recebeu mais premiações, dentro da Itália, do que a Giulio Ferrari. Só no Gambero Rosso, foram 18 tree bicchieri. A Giulio conquistou também notas máximas no guia Veronelli, no Bere Bene Spumante e no Guida L’Espresso. E, por três vezes arrematou o Oscar del Vino do Duemilavini.


A Ferrari tem uma história de sucesso, premiada pelo mundo. E agora, acumula mais essa premiação, como o melhor espumante importado no Top Ten da Expovinis 2010.

Conheça os produtos Ferrari no site: http://www.decanter.com.br/Vitrine/Busca/busca.aspx?gravaBusca=1&strBusca=ferrari

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